O que você precisa saber?
O que é um processo psicoterapêutico?É um processo, conduzido por especialista, no qual ampliamos a consciência que temos de nós mesmos, aprendendo com os sintomas, com nossa linguagem simbólica e nos desenvolvendo como seres integrais. Transforma o caos em foco / centro. Leva o cliente a encontrar dentro de si mesmo a melhor expressão para seus ideais e objetivos de vida. A interpretação dos sonhos"Os sonhos algumas vezes podem revelar certas situações muito antes delas realmente acontecerem". O interesse pelos sonhos nos reporta aos tempos remotos da civilização. Há várias interpretações diferentes ao longo do tempo, de povos diferentes e também, de diferentes estudiosos. Recentes pesquisas mostram que sonhamos por, no mínimo, duas horas por noite e que, o sonho é necessário ao nosso equilíbrio biológico e mental. Mesmo que não nos lembremos dos sonhos, sonhamos diariamente. Somente nosso consciente dorme e, o conteúdo dos sonhos é maior do que possamos lembrar. Para chegar ao consciente, o conteúdo passa por um processo de censura e elaboração, que permite esvaziar emoções e manter o equilíbrio psíquico. Para Jung, o sonho é a auto-representação, espontânea e simbólica, da situação atual do inconsciente. O sonho é, então, uma auto-descrição do processo de vida psíquica do indivíduo. No método de análise de sonhos Junguiana se estabelece uma relação de cada momento do sonho com a pessoa. Nossos sonhos nos mostram como estamos, onde estamos e para onde devemos ir. Na psicoterapia a interpretação dos sonhos leva o paciente a perceber o simbolismo, conhecendo sua realidade interna como ela realmente é, integrando o que Jung denominou de sombra (aquilo que é jogado na "escuridão") pelo que se encontra na "claridade" da "consciência". Todos nós podemos encontrar a verdade dos nossos sonhos a medida que nos conhecemos integralmente, o que exige uma conexão mais íntima conosco e mais auto-observação e auto-escuta. Abaixo mostramos algumas interpretações das simbologias de sonhos à luz da análise junguiana:
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Psicologia TranspessoalA palavra transpessoal foi criada por Stanislav Grof para caracterizar os fenômenos e experiências que vão além do ego e transcendem os limites do espaço e do tempo. Foi Jung o primeiro a considerar a importância da dimensão espiritual, porém a Psicologia Transpessoal surgiu no final dos anos 60 com Abraham Maslow, James Fadiman, Stanislav Grof, entre outros. Jung já estava convencido de que a causalidade linear não era o único princípio mandatório na natureza. Criou o termo SINCRONICIDADE, para designar um principio de ligação entre eventos de forma não-casual, o que explicaria as chamadas coincidências significativas de eventos separados pelo tempo/espaço. Dentro da linha psicoterápica que trabalhamos enfocamos a corrente da psicologia transpessoal que se fundamenta nas teorias do inconsciente individual e coletivo, considerando o simbolismo dos sonhos, a interação verbal e a utilização da técnica de regressão pelo seu conteúdo simbólico, sem classificá-lo segundo seu tempo linear. Por ser ainda "jovem" a psicologia transpessoal não tem confirmação científica e, por enquanto, não tem aval da psicologia tradicional. Depressão: o mal do século"Os místicos são pessoas que tem uma experiência particularmente vívida dos processos do inconsciente coletivo. A experiência mística é a experiência dos arquétipos". A depressão se desenvolve quando não conseguimos achar soluções para algum conflito, Nos sentindo impotentes frente a essa situação, ficamos inertes, abandonando desejos, metas, ideais, sonhos. Passamos a reprimir emoções, a ficarmos tristes sem saber a razão, a fechar-nos para os outros e a apresentar distúrbios de sono, de alimentação, etc. As pessoas depressivas sofrem sentimento de culpa excessivo, julgam-se indignos de que algo de bom lhes aconteça. Há momentos depressivos, como uma reação natural da personalidade em momentos de perda, momentos transitórios, essa é a depressão transformática, segundo Jung. Quando se transforma em distúrbios temos:
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